terça-feira, 31 de março de 2015

Verduras e legumes proibidos para os cães

Descubra quais verduras e legumes não podem ser oferecidos para cachorros 

As verduras e legumes, em geral, são uma das coisas mais desejadas no cardápio da maioria das pessoas do mundo e, por incrível que pareça, também são muito apreciadas pelos cães domésticos. Existe um grande debate em torno do assunto de oferecer ou não verduras e legumes para os pets. Hoje em dia, sabemos que tal feito não é uma prática incorreta e nem algo que deva ser evitado pelos tutores de cães, já que sabemos que as verduras e legumes são excelentes fontes de nutrientes e colaboram na fisiologia dos animais.
Como afirmado anteriormente, as verduras e legumes podem ser uma ótima escolha para complementar o cardápio dos cães, porém deve-se ter bastante cautela na hora da escolha do ítem para o fornecimento. Existem verduras e legumes que não são aconselhadas para o oferecimento e outras que não podem ser ofertadas por hipótese alguma, pois podem ser tóxicas ou maléficas para o organismo dos animais, levando assim a um quadro clínico severo e até à morte do cão.
É importante que antes de qualquer novo alimento ser fornecido ao animal, o médico veterinário possa estar ciente e autorizá-lo ao consumo, a fim de prevenir danos maiores ao nossos amigos de quatro patas.
As comidas dos cães devem sempre ser receitadas por um profissional médico veterinário, pois não podem ser administradas de forma exacerbada. Não é correto fornecer nenhum tipo de alimento sem antes se informar dos benefícios e dos malefícios que ele pode causar ao ser ingerido. Em casos de cães que ingiram, acidentalmente ou não, substâncias ou alimentos que não são recomendados, o animal deve ser encaminhado imediatamente a um médico veterinário para uma avaliação do quadro. É importante ressaltar, que a alimentação do nosso amigo de quatro patas deve ser balanceada e que cubra todas as exigências nutricionais que o cão precisa para gozar de uma boa saúde. Observando qualquer anormalidade no animal, é de suma importância que seja feita uma avaliação por um médico veterinário.
Atualmente, existem tutores de cães que aboliram o uso da ração e ficaram adeptos das comidas caseiras (comidas naturais). Essa prática vem crescendo a cada dia mais em todo o mundo, inclusive tendo uma grande influência no Brasil. Existem empresas que fornecem a alimentação natural já pronta para o consumo do pet, tendo todas as exigências nutricionais desejadas. Os tutores que preferem elaborar a comida natural em casa, devem se conscientizar da importância do acompanhamento de um profissional habilitado, para orientá-lo no desenvolvimento de um cardápio saudável.
As verduras e legumes que não devem ser fornecidas aos seus dogs sao: 
Cebola: A cebola é um ingrediente que deve ser abolido da alimentação dos pets. A cebola, além de não tem uma boa palatabilidade por ter um gosto bastante forte,  contém uma substância chamada dissulfeto de n-propil. Essa substância é bastante maléfica para os pets, pois destrói os glóbulos vermelhos do sangue, causando assim severa anemia. Não forneça por hipótese alguma ao pet, evite a anemia severa, pois dependendo do caso, o animal pode ser indicado até à transfusão de sangue.
Mandioca brava:  A mandioca brava é extremamente tóxica tanto para os animais quanto para os seres humanos. Ela deve ter uma atenção especial no momento da compra, pois  pode ser facilmente confundida com a mandioca mansa. A ingestão pode ser bastante danosa para os pets, pois causam náuseas, distúrbio gastrointestinais, vômitos, cólicas, diarreias, midríase, opistótono (conhecido também como: olhar para as estrelas), cianose, distúrbios cardíacos e etc. Na maioria dos casos leva à morte do animal.
Pimenta: A pimenta não é aceita pelo os cães devido à sua ardência e desconforto oral na hora da ingestão. Em muitos casos, a pimenta pode causar gastrite no cão. Não se deve de maneira alguma inclui-la no cardápio do cão.
Brotos da batata: O broto de batata pode ser extremamente tóxico para um cão doméstico. Pesquisas realizadas afirmam, que os brotos de batata afetam o sistema nervoso central (SNC) e pode causar problemas gastroentéricos nos cães.
Batata crua: As batatas, quando são fornecidas sem estar devidamente cozidas, podem ser bastante prejudiciais ao animal. Por conter uma substância chamada solamina, a batata crua pode ser tóxica ao animal. As batatas podem ser ofertadas ao animal sem problema algum, porém deve estar bem cozidas.
Alho: O alho, assim como a cebola, como dito anteriormente, não tem uma boa palatabilidade para os cães, sendo a comida muitas vezes rejeitada pelos cães por conter o gosto forte do alho. Assim como a cebola, o alho contém a substância dissulfeto de n-propil que destrói os glóbulos vermelhos do sangue do animal. Não deve ser ofertada de forma alguma o alho e a cebola para os animais.
Batata verde: Assim como a batata crua, a batata verde contém uma substância tóxica para os cães domésticos. A substância tóxica chamada de solanina que está presente também nas batatas verdes pode causar uma disfunção gastroentérica no animal, podendo levar o animal a óbito.
Tomate verde: Os tomates verdes (aqueles que ainda não ficaram maduros), são bastante consumidos pelos cães principalmente em sítios e fazendas, por estarem mais ao acesso dos animais. Os tomates verdes podem causar arritmias cardíacas nos cães, como também, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e vômito. Os pés de tomates devem ficar fora do alcance dos cães, evitando assim, o consumo dos mesmos.
Folhas e caules de plantas: Muitos tutores têm a prática de fornecer ao seu cão o legume junto com a folha e o caule da planta. Isso é uma prática totalmente errônea, pois já é provado que isso causa danos e compromete a fisiologia normal do animal. O correto é que, na hora se servir os legumes, seja retirada qualquer tipo de folha ou de caule proveniente da planta.

Verduras e legumes permitidos para cães 

As verduras e legumes a seguir podem ser oferecidas para o animal, lembrando sempre que um médico veterinário deverá ser consultado antes.
Cenoura: A Cenoura é um legume de ótima escolha para alimentar o pet. Ela tem uma grande aceitabilidade pelos cães, sendo uma das mais escolhidas a ser fornecida. Ela é uma fonte rica em vitamina A, que é super importante para os cachorros. A cenoura também contém vitaminas C, K e potássio. É indicado a cenoura seja cozida sem sal e, se possível, fornecida sem a casca.
Brócolis:  O brócolis é também uma boa escolha para o cardápio do pet. Ele tem boas propriedades nutricionais, tais como: Cálcio, Potássio, Zinco, Ferro, Sódio. Também é encontrado nele diversas vitaminas, como: C, A, B1, B2 e B6. Ele deve ser cozido e misturado à comida fornecida ao animal. Existem cães que aprovam seu consumo sem mistura com outras verduras, porém é necessário conhecer o gosto do seu pet.
Alface: O alface é utilizado principalmente como complemento, devido ao fato de que alguns cães não aprovam ingerir esta hortaliça de forma individual. Ele contém principalmente as vitaminas A e C, contendo também os sais minerais que os animais necessitam, tais como: Fósforo, cálcio e Ferro.  O alface deve ser fornecido misturado com outras verduras e legumes.
Couve: A couve é usada muitas vezes na dieta do animal de estimação. É rica em vitamina A, C e K, contendo ainda algumas vitaminas do complexo B. É bastante rica em fósforo, ferro e cálcio, tendo um papel importantíssimo na manutenção dos dentes e ossos dos animais. Ela deve ser cozida e cortada em tiras, consequentemente misturada na alimentação.
Beterraba: A beterraba é uma boa fonte de nutrientes para os nossos pets, porém animais que têm diabetes não são indicados a consumi-la, devido ao grande teor de açúcar. A beterraba é rica em vitamina A, C e complexo B, sendo muito boa para a manutenção do sistema imunológico e visão do animal, entre vários benefícios. A beterraba deve ser cozida, retirada a casca e fornecida ao animal.
Vagem: A vagem é rica em vitamina C. Ela é indicada também para reduzir o colesterol, como também, em alguns casos, indicado para os cães diabéticos. O modo de preparo é bastante simples, o indicado é apenas cozinhar e fornecer ao cão. Muitos tutores fornecem como petisco, e afirmam que tem uma boa aceitabilidade.
Batata: A batata é uma excelente escolha para quem deseja que o pet tenha uma boa aceitabilidade para a nova dieta. A batata é uma ótima fonte de vitamina do complexo B e C. Além disso, a batata pode fornecer ao animal Ferro, Cálcio e Potássio, colaborando com a manutenção do sistema imunológico, dos músculos, dos ossos e dentes. A batata deve ser servida cozida e sem temperos. É indicado também, que ela seja amassada, fazendo uma espécie de purê.
Abóbora: A Abobora, ou também chamada de jerimum, pode ser uma grande escolha para o seu companheiro. Pode ser encontrado nela vários nutrientes essenciais para seu pet, como: proteínas, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, ferro, magnésio, e fósforo. A abóbora também é rica em vitaminas A, C e E. Ela deve ser cozida e fornecida sem a casca para o animal.
Salsinha: A salsinha é um tempero muito utilizado na culinária brasileira, sendo também bem aceita pelos animais de estimação. É rica em vitamina A, vitaminas B1 e B2, vitamina C e vitamina D. Um ponto positivo da administração da salsinha, é que ela contém poucas calorias. Pode ser fornecida ao animal tanto cozida quanto ao natural.
Ervilha: (sem ser em conserva): É muito importante a atenção na hora da compra da ervilha, pois não é recomendado no modo enlatado/conserva. A ervilha é uma ótima fonte de vitaminas A, C, B1, B2, B3 e B6. Além disso, ela dispõe de nutrientes, tais como: Potássio, Ferro, Cálcio e Fósforo. Primeiramente, deve-se debulhar a vagem de onde a ervilha vem, em seguida cozinhando a mesma. Não é indicado que o fornecimento seja feito com a vagem, somente a administração da ervilha propriamente dita.
Chuchu: O chuchu é uma ótima fonte de fibras, além de ter uma excelente digestibilidade. É indicado para cães que estão fazendo dieta para emagrecimento. É rica em vitamina A e vitamina C, tendo também uma grande valor por disponibilizar nutrientes como o Cálcio, Fósforo e Ferro. Além disso, o chuchu pode ser fornecido ainda no estágio de broto, sendo uma boa fonte de vitaminas B e C. É indicado que seja cozido, consequentemente, fornecido ao animal sem a casca.
Tomate: O tomate é classificado como um fruto, porém no dia a dia é infiltrado na culinária como um legume. Por ter um gosto adocicado e com bastante líquido, o tomate é uma excelente opção para fornecer ao cão. É rico em vitaminas A, B e C. O tomate também tem um grande valor nutricional, pois contém Potássio, Cálcio e Ácido Fólico. O tomate pode ser fornecido com sua casca, porém é indicado retirar as sementes. Alguns tutores preferem fornecer depois de cozido, porém não tem contra indicação do fornecimento de modo natural.
Inhame: O Inhame é uma raiz que cada vez mais entra no cardápio dos pets. O Inhame é de grande importância nutricional, pois tem baixo teor de gordura e alta concentração de fibras. Além disso, o Inhame fornece ao animal as vitaminas A e C, como também as do complexo B. Um ponto bastante importante no consumo, é que o Inhame contém uma substância chamada Diosgenina, que tem a propriedade de se converter em hormônio, sendo assim, uma das melhores opções de fornecer ao animal. Na hora do preparo, deve-se retirar a casca e cozinhá-lo até o amolecimento do mesmo. Pode fornecer em rodelas ou em forma amassada, como o purê.
Palmito: Ao contrário do que muitos pensam, o palmito pode ser uma boa escolha para botar no cardápio do seu pet. O palmito é um alimento rico em potássio, cálcio e ferro. Ele é muito importante para a manutenção dos ossos e tecidos do corpo. O palmito deve ser preparado de uma forma diferente, comparado aos outros preparos. É indicado que antes dele ser fornecido ao pet, ele seja fervido por em média 15 a 20 minutos, assim diminuindo a alta concentração de sódio.
Espinafre: O espinafre é indicado para qualquer tipo de cão, independentemente da idade, raça ou sexo. O espinafre é uma ótima fonte de vitamina A e vitaminas do complexo B. Tem uma boa palatabilidade pelos cães, sendo uma ótima escolha para o fornecimento. Além dessas vitaminas, o espinafre também é rico em: Fósforo, Cálcio, Sódio, Potássio, Magnésio e Ferro. É aconselhável que o espinafre seja cozido e depois misturado junto com outros legumes e verduras.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Vacinas que os filhotes devem receber em seu primeiro ano de vida

A aplicações devem ser sempre administradas por um médico veterinário
A vacina é o carro-chefe na prevenção contra inúmeras doenças existentes. Para o melhor entendimento, a vacina é, nada mais nada menos, que a inoculação do agente infeccioso (vírus ou bactéria), sem sua potência total, no corpo do animal ou ser humano, promovendo assim, a produção de anticorpos contra aquele determinado agente. É importante lembrar que a vacina só é recomendada à administração quando o animal gozar de excelente saúde.
Ao contrário do que muitos imaginam, a vacinação não é uma prática tão simples a ser feita. Como comentado anteriormente, só pode ser administrada a vacinação em um animal que esteja com uma boa saúde, sendo necessária a avaliação por um médico veterinário antes do ato. Quando a maioria dos animais nasce, eles recebem anticorpos através do leite materno, onde ficam imunizados até um certo período de sua vida.
A primeira vacinação do cão deve ser feita aos seus 45 dias de vida, onde o mesmo deve ser levado a um profissional habilitado. A vacina recomendada, para o animal  receber nessa idade é uma que cubra as principais doenças  a que ele é susceptível, tais como: 
Cinomose: É uma doença viral altamente contagiosa que acomete somente cachorros. Essa moléstia ataca o sistema nervoso dos animais, levando, em muitos casos, a degenerações irreversíveis e, frequentemente, a casos de óbito.
Vírus da Parvovírose: A parvovirose é um vírus que acomete principalmente cães mais novos (filhotes). Essa doença causa distúrbios gastroentéricos levando o animal em pouco tempo a um quadro de desidratação severa.
Hepatite: Causada por um vírus altamente contagioso, a hepatite, compromete a função hepática do animal, levando-o em muitos casos à óbito.
Vírus da Parainfluenza: Também conhecida como “Tosse dos canis”, a Parainfluenza é uma enfermidade que acontece geralmente no inverno. Acomete o trato respiratório do animal, fazendo com que haja um comprometimento severo do mesmo.
Leptospirose: A Leptospirose é uma doença com a qual se deve ter bastante atenção, por se tratar de uma zoonose (doença transmitida do animal para o ser humano). É transmitida através da urina de roedores, como o rato.
Uma vacina extremamente importante, que também  o cão filhote não pode deixar de tomar, é a anti-rábica. No entanto, essa vacina não pode ser administrada antes dos 3 meses de vida do cão.
Vacinas devem ser administradas em quaisquer animais, inclusive nos cães. É importante que todos tenham a consciência de que os animais de estimação são membros da família. As zoonoses são doenças de suma importância na esfera da saúde pública e, por isso, devem ser evitadas. É importante que os animais sejam vacinados anualmente em um protocolo escolhido pelo médico veterinário. Jamais vacine seu animal sem o acompanhamento de um profissional habilitado, pois a vacina administrada de forma errada pode vir a  fazer bastante mal ao seu pet.

Cães com mau comportamento têm uma ligação mais forte com tutores 


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Esse é o primeiro estudo a examinar o relacionamento dos cães com as crianças também (Foto: reprodução)
Alguns cães costumam aprontar bastante e esse comportamento pode causar alguns constrangimentos aos seus tutores. Mas um novo estudo traz uma boa notícia para quem enfrenta esse problema: cachorros com mau comportamento têm uma ligação mais forte com seus tutores.
Pesquisadores da Canisius College, em Nova York, estudaram a relação de 60 famílias com seus cachorros. Esse é o primeiro estudo a examinar o relacionamento dos cães com as crianças também.
Os participantes responderam questionários para informar detalhes sobre o relacionamento com seus cachorros, onde explicavam o quanto se sentiam responsáveis por eles e com qual frequência davam comida e passeavam com seus bichinhos de estimação.
Além disso, eles classificavam as características comportamentais de seus cães: empolgação, treinabilidade, medo de desconhecidos, agressividade, dificuldade para ficar sozinho (sem os tutores) e comportamentos que requerem atenção.
O professor Assistente de Comportamento Animal da Canisius College, Christy Hoffman, afirma que pessoas que cuidam bem de seus cachorros e se sentem mais responsáveis por eles, têm uma ligação mais próxima com seus bichos do que aqueles que têm menos atitudes.
O estudo também descobriu que, quanto mais os cachorros agem para chamar a atenção de seus tutores, maior é o amor dos tutores por eles. Porque os tutores dão mais atenção e passam mais tempo com os cães, fazendo com que fiquem mais unidos.
Porém, as crianças não são afetadas pelo comportamento dos cães. A ligação que elas têm com os cães é sempre muito forte, independente das atitudes deles.

Como dar remédio para seu cachorro?

Conheça as técnicas indicadas para ajudar os animais nessa hora
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Misturar o remédio dentro de um pedaço de carne é uma das alternativas (Foto: reprodução)
A maioria dos cães que voltam de uma consulta com um médico veterinário, recebem uma lista de medicamentos que o cão deve tomar. Na maioria dos casos, há uma grande dificuldade, e receio por parte dos tutores, na hora de administrar o medicamento prescrito pelo profissional. Existem também muitos casos em que o tutor tem medo que o animal reaja agressivamente e, assim, administra de maneira totalmente errada, fazendo com que o animal cuspa todo o medicamento, atrapalhando o tratamento. 
A maioria dos médicos veterinários, clínicos de pequenos animais, utilizam dois principais tipos de remédios via oral, o comprimido e o medicamento suspensão (líquido). Para um entendimento melhor dos leitores, segue uma breve diferenciação das duas apresentações do medicamento, lembrando que o principio ativo de ambos é o mesmo.
O medicamento em comprimido, na maioria das vezes, é receitado a cães que já atingiram a idade adulta, ou seja, já conseguem engolir um medicamento por meio do alimento ou mesmo posto na boca pelo tutor ou pelo profissional médico veterinário. O comprimido normalmente vem em uma espécie de cartela, ou também conhecido como Blister. Esse medicamento é o que mais dá trabalho ao tutor, pois a administração dele pode ser bem complicada, já que em muitos casos, os cães não aceitam bem.
Atualmente, já existe no mercado um equipamento que ajuda na administração do comprimido, introduzindo-o com facilidade na boca do animal e, desta forma, evitando desgaste e risco para o tutor.
O medicamento em suspensão, ou também conhecimento como remédio líquido, é bemmais fácil de administrar, comparado ao comprimido. É em grande escala prescrito para cães filhotes, pois a deglutição é bem mais suave e tranqüila. O medicamento em suspensão vem em um vidro, e normalmente junto, vem uma seringa dosadora. Por mais que o remédio liquido seja mais fácil de dar, é importante que também seja feito corretamente, pois na tentativa de administrar, pode fazer com que o animal cuspa e altere o resultado do tratamento. Essa maneira de administrar o remédio, também oferece o risco de o medicamento ser aspirado para os pulmões – ao invés de ir para o estômago – provocando um pneumonia por aspiração.
Existem inúmeras técnicas na hora de administrar os remédios que o animal de estimação precisa, porém as mais comuns ensinadas pelos profissionais, são:
Comprimido: Primeiramente, espere seu animal ficar calmo sem muita agitação. Se possível alise sua cabeça e seu corpo lentamente. Em seguida, uma de suas mãos vaiem cima do focinho do animal, com os dedos levantando os lábios e os dentes juntos, na tentativa de abrir a boca. Com o comprimido na outra mão, segurando com o dedo polegar e o indicador, abra com o dedo do meio a boca do animal, pelos dentes da frente debaixo (dentes incisivos inferiores). Em seguida jogue o medicamento dentro da boca o mais dentro que conseguir, posteriormente fechando o focinho com as duas mãos e faça com que o cão olhe pra cima. Existem profissionais que indicam ainda soprar de longe o nariz do animal, para facilitar que ele engula.
Existe um modo mais simples de ofertar comprimido. Um é misturado na ração ou por dentro de um pedaço de carne, porém existem cães que não comem carne, e no caso das rações, no dia de inapetência, pode não comer a ração e atrapalhar o tratamento.
Líquido: Na medicação liquida é bem mais simples, porém necessita de alguns cuidados extras. Depois que colocar a medicação na seringa dosadora, colocá-la no canto da boca do animal e administrar lentamente, pausando de vez em quando. Muitos tutores, na esperança de não deixar o animal cuspir, apertam com muita força e rapidez o êmbolo da seringa. Isso é uma prática errada, pois engasga o animal e desperdiça o remédio. Administre lentamente. Caso o animal se estresse ou se movimente, retire a seringa do canto da boca, e repita, até que todo o medicamento seja administrado.

10 sintomas comuns de doenças em cães 


 Perda de pelo está listada entre os sinais mais frequentes
Um dos sintomas de intoxicação em cães é o cansaço
Embora alguns sinais possam ser comuns, ao observá-los com frequência leve seu pet ao veterinário (Foto: reprodução)
Os pets dão sinais de que alguma coisa está errada. Por isso, é preciso dar atenção necessária a qualquer mudança de comportamento.
Alguns sinais podem indicar que seu cachorro está doente, por isso é preciso ficar atento. Se o cão apresentar qualquer um desses sintomas, procure um veterinário:
1. Orelhas com mau odor e com coceira – As orelhas dos cachorros nunca devem estar fedidas. Se sentir um cheiro ruim vindo das orelhas do seu cão e ele estiver coçando essa região excessivamente, pode significar diversos problemas. Pode ser simplesmente sujeira, nada que uma boa limpeza não resolva. Mas também pode ser um problema mais sério, como uma infecção.
2. Coceira no traseiro – Ver um cachorro arrastando o bumbum no chão e girando pode ser engraçado, mas na verdade significa que tem algo errado com suas glândulas anais. Todo cachorro tem duas pequenas glândulas anais, que podem ficar inflamadas. Se notar esse comportamento no seu cão, é bom leva-lo ao veterinário para verificar se está com algum problema.
3. Incontinência – Ocorre quando o cachorro perde o controle sobre sua bexiga ou intestino. É um sintoma que deve ser levado a sério, porque pode significar inúmeros problemas, somente um veterinário poderá descobrir do que se trata.
4. Mau hálito – Acredite, seu cachorro não deve ter bafo. O mau hálito em cachorros é causado por um acúmulo de bactérias na boca e no estômago. Também pode ser resultado de problemas nos dentes ou na gengiva. Se o mau hálito do seu cão persistir ou aparecer de repente, consulte um veterinário.
5. Tosse – Se seu cachorro apresentar uma tosse seca pode ser sinal de inflamação ou infecção na laringe ou traqueia.
6. Perda de peso excessiva - Se o peso do seu cachorro varia de tempos em tempos, não há motivo para preocupação. Mas leve ao veterinário se ele perder muito peso de repente, cerca de 10% de seu peso corporal.
7. Caroços ou inchaços – Se você sentir um caroço em seu cachorro não é preciso ficar desesperado. É comum cães desenvolverem nódulos benignos, mas para ter certeza só fazendo uma visita ao veterinário, porque também pode ser um sinal de câncer.
8. Coceira excessiva e perda de pelo – Assim como os humanos, os cães são suscetíveis a irritações na pele e alergias. Você pode notar seu cachorro se coçando mais durante algumas épocas do ano. Mas se ele coçar demais uma região e isso causar perda de pelo ou uma pequena inflamação, leve ao veterinário para limpar a região e tratar. Em alguns casos, o cão precisa usar o famoso cone para não piorar a situação.
9. Vômitos e diarreia – Quando um cachorro está vomitando ou com diarreia, podem ser inúmeros problemas. Em um caso mais simples, um ou dois dias de dieta restritiva pode resolver. Mas se persistir por mais tempo, consulte um veterinário.
10. Articulações inchadas e doloridas – A melhor maneira de perceber que seu cachorro está com problema nas articulações é se tiver dificuldades para levantar ou se estiver andando muito devagar. Pode ser alguma doença relacionado a cachorros idosos e descobrindo do que se trata, é possível aliviar essa dor.
É importante ressaltar que se o cachorro apresentar um desses sintomas não significa necessariamente que ele está doente, só um veterinário pode dar o diagnóstico correto. Mas não podemos descuidar da saúde dos pets e, por isso, investigar um sinal nunca é demais. ok?

quarta-feira, 25 de março de 2015


Vai viajar com a família e não sabe o que fazer com o seu pet?

Vai viajar e quer que o seu pet se divirta também? Então, tome alguns cuidados para que ele tenha uma estadia agradável! Em primeiro lugar, faça uma pesquisa sobre as opções de hotéis disponíveis: pergunte para amigos, converse com pessoas que já deixaram o animalzinho em determinados hotéis e vá visitar pessoalmente o espaço.
Ao conhecer o hotelzinho, repare na limpeza e organização do local, e em como os funcionários tratam os hóspedes. Verifique também se o seu pet vai ficar solto ou preso – e por quanto tempo, se o ambiente é todo aberto, se tem uma área fechada para os dias de chuva, se o ambiente que osanimais ficam tem água disponível, enfim, analise a situação do local, para que ele também passe momentos agradáveis enquanto você estiver longe.
Um hotel responsável deve pedir a carteirinha de vacinação de todos os animais que pretendem se hospedar lá e, antes de levar o seu pet, certifique-se de que ele está usando um bom produtoectoparasita, para prevenir uma infestação de pulgas e carrapatos. Eles também precisam servermifugados, diminuindo, assim, os riscos de algum problema de saúde.
Alguns animais são mais sensíveis à mudanças, nesses casos, recomenda-se uma adaptação antes da viagem, para que ele se ambiente com a situação. Você pode levá-lo em um fim de semana para passar algumas horas lá e conversar com os cuidadores para saber como ele ficou. Outros animais se adaptam bem, mas para deixar o ambiente mais familiar, levar a caminha oucaixa de transporte que o seu amigão já está habituado e uma peça de roupa sua também o deixará mais confortável.
Prefere deixá-lo em casa? Então, é necessário tomar mais alguns cuidados. O primeiro é ter uma pessoa de confiança que vá todos os dias alimentá-lo, trocar a água, limpar as necessidades epassear com ele. Não conhece ninguém que possa fazer isso para você? Existe o serviço de Pet Sister e, da mesma maneira que o hotel, pesquise e peça indicações a quem já usou esse serviço. Afinal, você vai confiar os cuidados do seu melhor amigo a essa pessoa e deixar a chave da sua casa. Certifique-se de que essa pessoa irá todos os dias e fará tudo como você gostaria!
Tomando alguns cuidados você e seu amigão terão ótimas férias!

Tudo que você precisa saber sobre a caixinha de areia de gatos!! 


A caixinha de areia é provavelmente a parte mais trabalhosa de ter um gato. Esses animais são famosos por não requererem grandes esforços para serem criados, e temos que, no máximo,alimenta-los, dar carinho (quando eles querem) e limpar a caixinha de areia. Para este último item, vamos dar algumas dicas valiosas, que ajudarão a facilitar ainda mais o cuidado de seus bichanos.
Primeiro, vamos entender a importância da caixinha e da areia contida nela. O que acontece é que os gatos são animais medianos na cadeia alimentar, ou seja, eles caçam, mas também são caçados. Por isso, os bichanos enterram suas fezes para que os possíveis predadores não sintam seu cheiro. “Mas os gatos não têm predadores!”; sim, isso é verdade, mas eles são animais como qualquer outro e mantêm vivo seus instintos mais primitivos. Portanto, mesmo que seu gato não possua predadores acima dele na cadeia alimentar da sua casa, é preciso respeitar seus instintos e equipar a casa com a caixinha de areia. Veja algumas dicas de como escolher o material certo para o seu bichano:
A caixa deve ser pelo menos 1,5 vez maior que o gato; deve ser limpa diariamente e lavada por completo, uma vez por semana; a areia deve ser fina e estar em uma quantidade suficiente para que o gatinho consiga enterrar suas necessidades; escolha um lugar tranquilo e silencioso para acaixa e longe da água e da comida.
Se você tiver mais de um gato em casa, tenha em mente que eles precisam ter espaço para usar o banheiro quando quiserem. Se forem muitos gatos, tenha mais caixas.

Meu pet enjoou da ração, e agora?

Vemos muitos petmaníacos falando que seu animal enjoou da ração e que não sabem o que fazer para ele voltar a comer. Antes de sugerir uma solução, é importante frisar que os pets não sentem a necessidade inata de variar o cardápio. Isso é um comportamento humano, que foi repassado ao animal. Sabendo desse fato, se o seu pet continua tendo problemas de alimentação, é importante entender por que isso está acontecendo isso.
O local e o ambiente social podem influenciar. Evite deixar a ração muito próxima dos locais onde eles fazem as necessidades. Quem está servindo a comidinha deve ser alguém conhecido, já quepets reagem melhor com familiares com quem já estão habituados. Esses hábitos podem melhorar a alimentação e fazer seu pet aceitar o alimento voluntariamente.
No caso de cães, estipular um horário certo para servir a ração e deixar a vasilha por cerca de 30 minutos, independente do animal ter comido ou não, pode ajudar a disciplinar o cão, além de manter a ração com a crocância e aroma ideais, fazendo o cachorro se interessar pelo alimento.
O cuidado com a iluminação, no caso de gatos, pode ser um fator determinante. Gatos precisam do ciclo claro e escuro dosados e isso reflete na alimentação.
Os donos podem oferecer petiscos e guloseimas para seus animais como estímulo positivo, mas aração deve ser escolhida e mantida de acordo com a necessidade do animal, já que diferentes animais precisam de rações diferentes. Por isso, é importante consultar um veterinário para saber o tipo de alimento ideal que o seu animal precisa e seguir as dicas acima para que ele se habitue com a ração certa.